É hora de ressignificar a aprendizagem!

Sem dúvidas, o covid-19 potencializou o cenário de aceleração na transformação digital. Leonardo Da Vinci tem uma frase que diz “Estar junto não é estar perto, estar junto é estar dentro.” Essa frase nos faz pensar em presença e proximidade. Estamos em isolamento social, porém, nunca estivemos tão conectados. Em Treinamento & Desenvolvimento, o grande desafio da era digital não é ensinar, mas sim fazer com que as pessoas realmente aprendam. Mas como? Com conexão e presença!

Isso significa olhar para além do meio da transmissão do conhecimento, mas principalmente para o formato. Não se trata de abrir a câmera, filmar o curso, e fazer um treinamento a distância. É preciso um processo de co-criação de conhecimento que estimule constantemente nos participantes o protagonismo como base para o “long life learning” (conceito de educação ao longo da vida).

Diante disso, lançamos a solução Learning-On, que significa educação presencial no ambiente digital. O objetivo é garantir o máximo de presença e de entrega das pessoas, criando momentos síncronos e assíncronos considerando o tempo de todos.

O primeiro passo deste movimento é ressignificar a aprendizagem:

Cada pessoa possui um estilo fixo de aprendizagem – O conceito de “estilos de aprendizagem” (VARK – Visual, Aural, Read, Kinesthetic) é bastante difundido entre os profissionais de T&D. O que não é tão conhecida é a capacidade das pessoas em ADAPTAR SEU ESTILO mantendo a mesma capacidade de aprendizagem. Podemos e devemos fazer bom uso dessa capacidade adaptativa, especialmente agora!

Para se tornar excelente em algo é preciso praticar pelo menos 10.000 horas – O livro Outliers, de Malcolm Gladwell, tornou famosa a “regra das 10.000 horas” para se tornar um expert, de Anders Ericsson. Embora importante, o volume de horas investidas não assegura esse sucesso se não for, de alguma forma, apoiada por outros recursos como PROTAGONISMO, DIRECIONAMENTO E FEEDBACKS DE TERCEIROS.

A experiência presencial permite uma aprendizagem mais profunda – Não é raro nos depararmos com dilemas entre o físico e o digital para aprendizagem. Embora diferentes, ambos podem muito bem cumprir seu papel na aprendizagem, especialmente se houver SINCRONICIDADE e PRESENÇA entre o instrutor / facilitador e participantes, seja qual for a metodologia adotada.

“A aprendizagem precisa ser ressignificada e a metodologia deve ser capaz de gerar presença por meio de conexões, considerando os desafios e competências para gerar impacto positivo na organização. Uma dica importante para ter efetividade nas ações digitais é descobrir o que motiva a participação, saber qual é o melhor momento de dar o conteúdo e como comunicar. É preciso saber quem é o público, definir o tema e só depois definir a estratégia de como atraí-las para o mundo digital, fazendo a conexão do tema, a autoridade de quem vai falar e os interesses de quem vai participar. Quando não há preparação, não há credibilidade. Por isso, existe um trabalho de bastidor para organizar o trabalho digital”, explica Carol Manciola, CEO da Posiciona.

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