#ParceirosdePropósito: O que você está fazendo para se reinventar na crise?

Hoje, na nossa série #ParceirosdePropósito, o papo foi com David Portes, mais conhecido como “David, the Camelot”- empresário e palestrante. Como o mesmo disse, com 12 cruzados, começou tudo, morou na rua, foi boia fria, sem perspectiva, pouco estudo, mas conseguiu criar várias empresas, ajudou e impactou milhares de pessoas, ganhou prêmios internacionais de marketing sem nunca ter assistido uma única aula de marketing.

Durante o bate-papo, David disse que hoje o inimigo é invisível e nesse cenário atual precisamos cuidar, para sair o menos machucado possível, e ressaltou que devemos cuidar de nossos colaboradores.

“Reduza custos e despesas onde conseguir, mas cuide das pessoas. O melhor a fazer é manter e treinar, passe conteúdo, qualifique, pois quando passar a tormenta será preciso atuar.” contou ele.

Essa é a hora de acreditar. Mais do que nunca ir em busca de um sonho.

David citou uma frase de Walt Disney que o inspira:
Vá buscar sempre o impossível, porque lá não existe concorrência.

Tenha garra e vontade de vencer, pois é nessa hora que criamos coisas diferentes que nos fazem crescer. A necessidade te coloca em movimento.

Sem ter trabalho e onde morar, David precisava se reinventar, queria ser vendedor, empreendedor de algo. Vendeu linguiça, amendoim, mas não deu certo. E aprendeu muito com erros.

Empreender é tomar decisões difíceis. David deixou de comprar remédio para esposa, comprou um pacote de doce e começou a vender, descobriu que tinha tanta empatia e encantamento com as pessoas que não quis mais parar de vender.

David aprendeu que precisava entender o cliente para poder encantá-lo. O cliente não quer comprar, ele quer ser impactado.

Começou a vender tanto que montou uma banca na presidente Wilson no Rio de Janeiro. Ali, passavam clientes de diferentes perfis, com isso buscou ter produtos para todos eles, fazia o marketing e fazia promoção. Em seis meses, tinha uma banca com mais de 300 produtos diferentes, e foi aí que o marketing promocional entrou. Você só é visto quando é notado.

É preciso tratar bem o cliente e realizar seus sonhos, resolver o seu problema, pra isso conhecer seu cliente para melhor atender.

Já com um pouco mais de caixa David contratou uma Davizete para fazer pesquisa e saber como agregar valor ao cliente, foi quando apareceu o delivery, isso em 1985. Ele fez cartões para distribuir para as pessoas e usava o orelhão ao lado da banca como call center. Começou assim a ter em média 30 pedidos por dia.

Mas a Telegran retirou o orelhão.Foi preciso usar a criatividade e investir em telefones, fazendo uma central de vendas. Ele ressaltou: é preciso estar sempre em movimento, é preciso tentar sempre.

Ai ele criou a Promoção “Quanto mais ligar mais chance você tem de ganhar”- sorteio de uma ligação e aí seus produtos saiam de graça. As pessoas faziam pedidos maiores na tentativa de sair de graça. O ticket médio aumentou 300% nessa ação.E em meio a tantas outras criações, a mídia começou a comentar e então ele saiu em todas as mídias.

Segundo David, hoje com a crise ele está fazendo tudo que fazia naquela época, mas usando a internet, redes sociais.

Mantenha as despesas, faça as entregas, use os melhores produtos com promoções, tente diminuir o custo, compre do pequeno, use o WhatsApp, avise seus clientes da nova forma da venda e dos cuidados de higiene. Dessa forma sairemos menos machucados e tentaremos sobreviver a crise.

Quando o atendimento da banca chegou no gargalo e precisava agilizar o atendimento, ele fez um site. Essa ação trouxe rapidez, modernidade e gerou impacto começando a fazer a venda “on-line”, chegava pedidos via site.

O grande empreendedor vê muitas coisas onde ninguém vê.

Mais uma grande sacada foi a sua ação com a placa que dizia, daqui a 10 metros é proibido olhar para a direita. Ele fez isso em um semáforo a 10 metros de sua banca cheia de promoções, que ficava alguns metros de um colégio onde os pais que iam levar os filhos para escola. Contratou mais Davizetes para entregar os doces para os pais e as crianças nos carros, criou assim seu próprio drive-thru.

Marketing da felicidade.

Pra finalizar David falou que o ser humano é quem cria a máquina, que vai tirar alguns empregos, mas vai haver sim espaço, porém tem que se qualificar, se profissionalizar.

Ao final da crise precisamos estar preparados, com produtos novos, estar bem e acreditando na possibilidade de fazer diferente, refletindo mais, e fazendo as coisas com mais coração.

O que você está fazendo ou como está fazendo para se reinventar na crise?

Hoje o papo foi com David Portes, mais conhecido como “David, the Camelot”- empresário e palestrante. Como o mesmo disse, com 12 cruzados, começou tudo, morou na rua, foi boia fria, sem perspectiva, pouco estudo, mas conseguiu criar várias empresas, ajudou e impactou milhares de pessoas, ganhou prêmios internacionais de marketing sem nunca ter assistido uma única aula de marketing.

Durante o bate-papo, David disse que hoje o inimigo é invisível e nesse cenário atual precisamos cuidar, para sair o menos machucado possível, e ressaltou que devemos cuidar de nossos colaboradores.

“Reduza custos e despesas onde conseguir, mas cuide das pessoas. O melhor a fazer é manter e treinar, passe conteúdo, qualifique, pois quando passar a tormenta será preciso atuar.” contou ele.

Essa é a hora de acreditar. Mais do que nunca ir em busca de um sonho.

David citou uma frase de Walt Disney que o inspira:
Vá buscar sempre o impossível, porque lá não existe concorrência.

Tenha garra e vontade de vencer, pois é nessa hora que criamos coisas diferentes que nos fazem crescer. A necessidade te coloca em movimento.

Sem ter trabalho e onde morar, David precisava se reinventar, queria ser vendedor, empreendedor de algo. Vendeu linguiça, amendoim, mas não deu certo. E aprendeu muito com erros.

Empreender é tomar decisões difíceis. David deixou de comprar remédio para esposa, comprou um pacote de doce e começou a vender, descobriu que tinha tanta empatia e encantamento com as pessoas que não quis mais parar de vender.

David aprendeu que precisava entender o cliente para poder encantá-lo. O cliente não quer comprar, ele quer ser impactado.

Começou a vender tanto que montou uma banca na presidente Wilson no Rio de Janeiro. Ali, passavam clientes de diferentes perfis, com isso buscou ter produtos para todos eles, fazia o marketing e fazia promoção. Em seis meses, tinha uma banca com mais de 300 produtos diferentes, e foi aí que o marketing promocional entrou. Você só é visto quando é notado.

É preciso tratar bem o cliente e realizar seus sonhos, resolver o seu problema, pra isso conhecer seu cliente para melhor atender.

Já com um pouco mais de caixa David contratou uma Davizete para fazer pesquisa e saber como agregar valor ao cliente, foi quando apareceu o delivery, isso em 1985. Ele fez cartões para distribuir para as pessoas e usava o orelhão ao lado da banca como call center. Começou assim a ter em média 30 pedidos por dia.

Mas a Telegran retirou o orelhão.Foi preciso usar a criatividade e investir em telefones, fazendo uma central de vendas. Ele ressaltou: é preciso estar sempre em movimento, é preciso tentar sempre.

Ai ele criou a Promoção “Quanto mais ligar mais chance você tem de ganhar”- sorteio de uma ligação e aí seus produtos saiam de graça. As pessoas faziam pedidos maiores na tentativa de sair de graça. O ticket médio aumentou 300% nessa ação.E em meio a tantas outras criações, a mídia começou a comentar e então ele saiu em todas as mídias.

Segundo David, hoje com a crise ele está fazendo tudo que fazia naquela época, mas usando a internet, redes sociais.

Mantenha as despesas, faça as entregas, use os melhores produtos com promoções, tente diminuir o custo, compre do pequeno, use o WhatsApp, avise seus clientes da nova forma da venda e dos cuidados de higiene. Dessa forma sairemos menos machucados e tentaremos sobreviver a crise.

Quando o atendimento da banca chegou no gargalo e precisava agilizar o atendimento, ele fez um site. Essa ação trouxe rapidez, modernidade e gerou impacto começando a fazer a venda “on-line”, chegava pedidos via site.

O grande empreendedor vê muitas coisas onde ninguém vê.

Mais uma grande sacada foi a sua ação com a placa que dizia, daqui a 10 metros é proibido olhar para a direita. Ele fez isso em um semáforo a 10 metros de sua banca cheia de promoções, que ficava alguns metros de um colégio onde os pais que iam levar os filhos para escola. Contratou mais Davizetes para entregar os doces para os pais e as crianças nos carros, criou assim seu próprio drive-thru.

Marketing da felicidade.

Pra finalizar David falou que o ser humano é quem cria a máquina, que vai tirar alguns empregos, mas vai haver sim espaço, porém tem que se qualificar, se profissionalizar.

Ao final da crise precisamos estar preparados, com produtos novos, estar bem e acreditando na possibilidade de fazer diferente, refletindo mais, e fazendo as coisas com mais coração.

Do alto da montanha a vista é linda. Não desista.

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